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20:00 até às 23:30
Yedo Gibson e Luis Vicente no Cantinho da Tuna

Yedo Gibson e Luis Vicente no Cantinho da Tuna

5€ - 15€
Yedo Gibson (saxofone) e Luís Vicente (trompete) no Cantinho da Tuna pelas 21h30.
Entrada 5€. Entrada livre para consumos superiores a 15€.

Servimos jantares a partir das 20h00.

Estamos na lateral do edifício da Tuna Euterpe União Penedense.
Reservas pelo 917331030.

Sobre Luís Vicente:
Luis pegou pela primeira vez num trompete quando decidiu participar de uma Associação Filarmônica. Mais tarde, teve aulas particulares com Tomás Pimentel.
Participou na Escola de Jazz Luís Villas Boas / Hot Club de Portugal, onde teve a oportunidade de estudar com João Moreira, Tomás Pimentel, Vasco Mendonça, Afonso Pais, Filipe Melo, Bruno Santos e André Fernandes.

Durante esses anos, também participou de uma oficina com músicos como Evan Parker, Chris Speed, Mário Laginha, David Binney, Jesse Davis, Julian Arguelles, Ohad Talmor, André Fernandes, Pedro Madaleno e Phil Grenadier.

Ja tocou em dezenas de locais e festivais em Portugal e em toda a Europa.

Tocou e gravou com Carlos Zingaro, Wilbert De Joode, Akira Sakata, Johannes Bauer, Oori Shalev, Jorrit Dijkstra, Kaido Yutaka, Jasper Stadhouders, Giovanni Di Domenico, Mary Oliver, Nuno Rebelo, Jonathan Hafner, André Fernandes, Joost Buis, Marco Franco, Steve Heather, Mette Rasmussen, John Dikeman, Roberto Negro, João Lobo, Hugo Antunes, Valentin Ceccaldi, Seppe Gebruers, José Ernesto Rodrigues, Onno Govaert, Rodrigo Amado, Tó Trips, Luís Lopes, Federico Pascucci, Théo Ceccaldi.

Actualmente toca suas próprias músicas em trio e quarteto e é membro de: Vicente | Marjamaki; Relógios e nuvens; Fail Better !; Deux Maisons; ESTAVA.; Câmara 4; OME

Sobre Yedo Gibson:
Morava em São Paulo (Brasil), uma cidade com 21.000.000 de pessoas e uma incrível selva de  betão. Acordando e dormindo com o barulho constante que a enorme cidade faz, foi inevitável não ter esses sons na sua música. Como qualquer cidadão do terceiro mundo teve de improvisar todos os dias e o que aconteceu com meu "forró" (música brasileira do nordeste), foi que se tornou mais e mais cheio de ruídos e mais livre na forma e no conteúdo.
Em 2005, depois de gravar "Abaetetuba" e "Contra Mão", pensou que estava na hora de sair de São Paulo e encontrar outros improvisadores por todo o mundo. Mudou-se para Amsterdão, depois de dois anos em Londres, onde passou a maior parte do tempo a fazer música com alguns músicos incríveis como Marcio Mattos, Veryan Weston, John Edwards, Steve Noble, Mark Sanders e também fazia parte dos Improvisers de Londres Orquestra junto com Lol Coxhill e Evan Parker entre outros grandes músicos da cena de improviso livre de Londres.
Foi essa orquestra que o inspirou a começar a Royal Improvisers Orchestra (RIO) na Holanda onde tocou desde 2006, com 20 músicos de todo o mundo, com músicos do barroco para Punk Noise, mas todos com a mesma paixão pela improvisação.
Na Holanda, ao lado dos meus grupos de reparos RIO, Caetitu, Abaetetuba e EkE, também tocoui com alguns grandes músicos como Han Bennink, Michael Vatcher, Luc Ex, Marcos Baggiani, Ab Baars, Cor Fuhler e outros amigos da ZAAL100.
Mudou-se depois para Portugal, onde vive actualmente e continua a tocar com grandes músicos de renome internacional.
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