14:30 até às 13:00
Um diálogo ibérico em Ferreira do Alentejo

Um diálogo ibérico em Ferreira do Alentejo

27 de Maio, 14:30 – 17:30

Visita ao Centro Histórico

Local em destaque – Capela do Calvário
Ponto de encontro – Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção

A tarde de sábado é consagrada a uma visita ao centro de Ferreira, com início na matriz, sob a orientação do historiador de arte José António Falcão. O percurso tem como principais alvos, depois dessa igreja, a capela do Calvário, de forma circular, que corresponde a uma velha tradição alentejana; a ermida de Nossa Senhora da Conceição, ligada à devoção de um natural da terra que acompanhou Vasco da Gama à Índia; e o Museu de Arte Sacra, na antiga igreja da Misericórdia. Ao longo do périplo, concebido em parceria com o Museu Municipal, serão igualmente observados outros aspectos do património local, com destaque para a arquitectura civil, o urbanismo e as indústrias tradicionais.
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27 de Maio, 21h30

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção

 Um Espaço Comum: Aspectos da Tradição Lírica em Portugal e Espanha

Meio-soprano: Helena Gragera
Piano: Antón Cardó

O concerto "Um Espaço Comum: Aspectos da Tradição Lírica em Portugal e Espanha" centra-se nesta herança poético-musical tal como ela foi descoberta (e, de certo modo, reinventada) por grandes compositores dos sécs. XIX e XX, a partir de textos medievais e renascentistas – dos cancioneiros galaico-portugueses a Gil Vicente, Luís de Camões e Sá de Miranda. Estes autores escreveram boa parte das suas obras em castelhano, língua com enorme expressão literária no período quinhentista. Resultou daqui um extraordinário património lírico comum, em termos literários e musicais, que Elena Grajera e Antón Cardó dão a conhecer com mestria, revisitando igualmente peças fundamentais do lied alemão e da chanson francesa que se inspiram em textos de escritores peninsulares daquelas épocas, com realce para as composições de Schumann, Schubert e Gounod. 
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28 de Maio, 10h

Partida - Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção

O Sado – diagnóstico de um rio (ainda) desconhecido

Na manhã de domingo, 28, realiza-se uma acção de salvaguarda de biodiversidade que levará os voluntários do Terras sem Sombra ao Sado, um rio ilustre, mas ainda desconhecido, cuja presença na opinião pública anda sobretudo ligada à reserva natural do seu estuário. Porém, existe um “outro” rio, ainda cheio de segredos: um rio continental, afastado da influência marinha, mas que possui enorme valor ambiental e constitui um forte elemento identitário para as populações vizinhas.
Ao longo de um percurso de 180 km, desde que nasce na Serra da Vigia, em Ourique, a 230 m de altitude, até ao estuário, junto à cidade de Setúbal, o Sado sofre várias agressões, causadas não só pelas barragens, mas também pelos rejeitados de minas, pela agricultura intensiva, pelos efluentes urbanos e pelos areeiros, entre outros factores. Torna-se necessário, por isso, valorizar o seu conhecimento e sensibilizar para a sua preservação.

Quem quiser participar na actividade deverá trazer protector solar, água, calçado apropriado, chapéu, etc .
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+ info: 962 414 521 | dpdb@sapo.pt | www.festivalterrassemsombra.org
Recomendamos que confirme toda a informação junto do promotor oficial deste evento. Por favor contacte-nos se detectar que existe alguma informação incorrecta.
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