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Profound Whatever
um concerto íntimo e aventureiro, fundindo as sonoridades de outros tempos com uma abordagem contemporânea
João Clemente escreveu uma estrutura musical para quinteto de instrumentos tradicionais (guitarrinho, bandoloncelo, baixo de fado, banjo trompete, bombos de lavacolhos, entre outros), utilizando o espólio do museu. Com a colaboração de David Lourenço, Gonçalo Alves, Gonçalo Baptista e Nuno Jesus, o quinteto apresenta um concerto íntimo e aventureiro, fundindo as sonoridades de outros tempos com uma abordagem contemporânea. Este concerto resulta de uma colaboração entre a Profound Whatever e o Museu da Música de Coimbra, desafio proposto pela Associação Apura.
Local auditório TAGV
Viola toeira, banjo trompete David Lourenço Percussão Gonçalo Alves Bandoloncelo, viola toeira e guitarrinho Gonçalo Baptista Guitarra elétrica João Clemente Viola baixo de Fado Nuno Jesus Um concerto Associação Cultural Apura, Profound Whatever, Museu da Música de Coimbra, Teatro Académico de Gil Vicente Concerto de inauguração da 7.ª edição do Festival Apura
Fonte: https://tagv.pt/agenda/profound-whatever/
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