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Festival Bons Sons 2026

Festival Bons Sons 2026

Em 2026, o BONS SONS regressa a Cem Soldos com a força simbólica de quem faz da permanência uma forma de criação. A edição que assinala 20 anos do festival volta a transformar a aldeia num território de escuta, encontro e descoberta, cruzando nomes firmados da música portuguesa, novas linguagens, tradição oral, dança, cinema, comunidade e pensamento crítico. Sob o mote da resistência, o festival reafirma aquilo que há muito o distingue: não é apenas um cartaz montado numa aldeia, é uma aldeia inteira a fazer acontecer um festival.


De 6 a 9 de agosto, com festa de receção a 5 de agosto no campismo, Cem Soldos volta a receber uma programação vasta e exclusivamente dedicada à criação portuguesa, espalhada por palcos, largos, ruas, hortas, eiras e espaços comunitários. Entre reencontros e descobertas, o BONS SONS 2026 convoca artistas como Quinta do Bill, Rita Redshoes, Luca Argel, Xullaji, Cacique’97, Pedro da Linha, Luta Livre, Jorge Cruz, Romeu Bairos, Seara, MXGPU, Mães Solteiras, Natércia Lameiro, Alarido, Pauliteiras de Miranda do Douro e muitos outros.


A programação arranca na quarta-feira, 5 de agosto, com a Festa de Receção no Campismo, ao som de 800 Gondomar e Ana Markl DJ Set.


Na quinta-feira, 6 de agosto, passam pelo BONS SONS Quinta do Bill, Pedro da Linha, Xullaji, Mães Solteiras, Miss Universo, Jonas Maçã de Adão, O Marta, Líquen, Claiana, ACID ACID, Suma e A Quinta dos Animais de Inês Fonseca Santos.


Na sexta-feira, 7 de agosto, a aldeia recebe Luca Argel, Yakuza, TT Syndicate, Xau Xau Dodô, Them Flying Monkeys, Fidju Kitxora, Brandos Costumes, Rossana, Rita Cortezão, O Mau Olhado, Natércia Lameiro e Sons do Lagar com Coro da Cura.


No sábado, 8 de agosto, o cartaz junta Jorge Cruz, Lavoisier + Coro Polifónico da Pedreira, Cacique’97, Luta Livre, Victor Torpedo and The Pop Kids, Mordo Mia, Crua, Alarido — Coro Feminista e LGBT, Marquise, Lisa Sereno, Calcutá, Serigosa, Catarina Silva e Febre de Burro de Rui Paixão.


No domingo, 9 de agosto, o encerramento faz-se com Rita Redshoes, Seara, Máximo, MXGPU, Cremalheira do Apocalipse, Romeu Bairos, Pauliteiras de Miranda do Douro, La Família Gitana, Cortada, A Sul, Baile Festeiro, Cancioneiro de Benfica e Iuri Oliveira.


Mais do que celebrar duas décadas, o BONS SONS 2026 parece querer perguntar o que significa continuar: continuar a programar música portuguesa fora dos centros previsíveis, continuar a envolver uma comunidade inteira, continuar a fazer do espaço rural um lugar contemporâneo, vivo e politicamente atento. Em Cem Soldos, resistência não soa a palavra de ordem; soa a aldeia cheia.

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