Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida
Largo do Conde de Vila Flor - Évora Ver website
TERRITÓRIOS INVULGARES
Ciclo de conversas
Curadoria e moderação: Patrícia Reis
Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida
Évora
Entrada livre11.04.2026 | 16h00
No dia 11 de abril, iremos ao encontro de Luísa V. Lopes, neurocientista e coordenadora de um grupo de investigação no Instituto de Medicina Molecular, que tem estudado a relação entre emoções, comportamento e atividade cerebral. Este território invulgar servirá de ponto de partida para uma conversa sobre amor, perceção e ciência, cruzando conhecimento científico e experiência humana.*****************
O ciclo de conversas 'Territórios Invulgares', com curadoria e moderação de Patrícia Reis, regressa em 2026 ao Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida para uma segunda edição que propõe inscrever a arte e a cultura num campo mais alargado de reflexão, atento às problemáticas da contemporaneidade.Partindo sempre de um lugar — seja ele o da historiadora, da neurocientista, da escritora e compositora, ou da atriz e realizadora —, estas conversas desafiam diferentes formas de olhar e pensar o mundo.
Ao longo de quatro encontros, sem guião fixo, propõe-se uma conversa fluida e aberta, onde múltiplas perspetivas se cruzam e se confrontam. O público é convidado a intervir, tornando estes diálogos verdadeiros territórios partilhados de pensamento e experiência.
Venha pensar e debater connosco!
Saiba mais em http://www.fea.pt/cultura/programacao/territorios-invulgares-26
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LUÍSA VAQUEIRO LOPES
É neurocientista e coordenadora de um grupo de investigação no GIMM – Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular, sendo também investigadora na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Licenciada em Bioquímica e doutorada em Neurociências pela mesma Universidade, realizou investigação na Universidade de Cambridge e no Instituto Karolinska. Em 2003, integrou o Centro de Investigação da Nestlé, na Suíça, regressando a Lisboa em 2008 para criar a sua própria equipa. Conquistou posições de Investigador FCT em 2013, 2018 e 2022. A sua investigação incide sobre os mecanismos sinápticos do envelhecimento, a memória, os défices cognitivos e a neurodegeneração. Publicou mais de 60 artigos e capítulos em revistas internacionais de referência e orientou nove doutorandos. É membro ativo de várias sociedades científicas, integrou a Direção da Sociedade Portuguesa de Neurociências e, atualmente, faz parte do Conselho Científico e coordena o Mestrado em Investigação Biomédica na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, coordenando ainda a Rede Saúde desta Academia. Recebeu diveros prémios científicos nacionais e internacionais, e obteve a Agregação em Neurociências em 2021. Desde 2013, dedica-se também à divulgação científica nos media e, em 2025, publicou o livro Programados para Amar, sobre as bases neurobiológicas do amor romântico.PATRÍCIA REIS (Lisboa, 1970)
Estudou História e História de Arte, e tem um mestrado em Ciência das Religiões. Começou a sua carreira jornalística em 1988, no semanário O Independente, tendo trabalhado posteriormente no Expresso, Público, MarieClaire, Elle, RDP e RTP. Realizou um estágio na revista norte-americana Time, em Nova Iorque. Trabalhou em produção de programas de televisão e foi coautora de um programa de rádio sobre Literatura. Editora da multipremiada revista Egoísta, tem feito a curadoria da publicação desde o seu lançamento, em 2000. É coapresentadora do podcast Um Género de Conversa. Publicou vários livros de ficção nas Publicações Dom Quixote, e é autora da coleção infantojuvenil 'DiáriodoMicas' e de outros volumes infantis, todos com o selo do Plano Nacional de Leitura. Escreveu biografias de Vasco Santana, de Maria Antónia Palla (em coautoria com esta jornalista) e de Simone de Oliveira.
Assina a biografia da escritora, poetisa e feminista Maria Teresa Horta, 'A Desobediente', que lhe valeu, em 2024, o Prémio Livro do Ano Bertrand
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