Entre tradições antigas, com um espírito nobre do passado - figura incontornável da história do concelho de Cantanhede - e a ajuda de outras personagens, ela descobre que “nobreza” não é ostentação, mas a forma como se cuida da terra, do tempo e daquilo que se deixa aos que virão. Aprende também que sustentabilidade, tempo e memória caminham juntos e que o futuro só floresce quando tem raízes. No centro de tudo, está uma rosa feita de papel usado — símbolo de herança, escolha e renovação…
Município de Cantanhede em parceria com a Companhia de Teatro Bombarda com apoio da União das freguesias de Portunhos e Outil
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