O coletivo que agora homenageia Dinis Costa, formou-se espontaneamente na sequência do seu recente falecimento aos 28 anos. A sua música, apesar de melódica e harmonicamente sofisticada, mantém a beleza, a acessibilidade e a empatia que conseguem uma rara comunicação e proximidade com o público, transportando-nos sempre para o conforto da paisagem quente do sul.
Este coletivo recria temas do recente registo Sons à Porta, um trabalho que remete para as raízes familiares de Dinis Costa, na cidade de Lagos. Para além do conjunto extenso e diverso de experiências que vivenciou, o sul está impresso na sua sonoridade, ora sentimental e melancólica, ora soalheira e resplandecente, demonstrando uma identidade muito própria e claramente perceptível.
Reunindo as tradições clássicas e jazzísticas à multiplicidade das influências contemporâneas, a espontaneidade da sua criação resulta em poesia sonora, onde o lirismo e a sensibilidade contracenam com o prazer da descoberta, expondo o poder hipnotizante da sua música para suspender o tempo, enquanto dura.
Organização: Pedro Costa | Apoio: Câmara Municipal de Cascais e Fundação Dom Luís I
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