traçam-se elementos apagados da cidade, como letreiros fantasma, ferrugens, murais esquecidos ou estruturas que perderam a sua funcionalidade ou ganharam outros usos
Num percurso matutino e inspirados pelo livro Hyperart: Thomasson, procuram-se fragmentos urbanos que perderam o seu propósito original, compondo um percurso entre o apagamento da memória e a sua construção coletiva. Traçam-se assim elementos apagados da cidade, como letreiros fantasma, ferrugens, murais esquecidos ou estruturas que perderam a sua funcionalidade ou ganharam outros usos.
Este mapeamento gráfico da cidade incide sobre três caminhadas que convidam a redescobrir a cidade através da sua luz, das suas texturas e das suas ausências. Ao cair da noite, a cidade encena-se em letreiros iluminados e reflexos; de tarde, revela-se nas inscrições que a fixam; e, ao amanhecer, deixa entrever os vestígios que o tempo apagou. Entre as sombras e o brilho da cidade, entre permanência e esquecimento, desenha-se um retrato sensível da cidade enquanto espetáculo e arquivo dos dias.
*exposição + percurso + conversa coletiva com entrega de prémios
27 outubro — 22 dezembro Exposição
Tipos de Coimbra — Luzes da Cidade no Teatro (II)
8 novembro 17h30 Atlas Gráfico de Coimbra
Capítulo I Percurso da Luz — a Cidade como Espetáculo
28 fevereiro 18h30 Atlas Gráfico de Coimbra
Capítulo II — Percurso da Palavra — A Cidade como Arquivo
18 abril 18h30 Atlas Gráfico de Coimbra
Capítulo III — Percurso da Ausência — A Cidade como Palimpsesto
13 dezembro 17h30 À Conversa Com Letras e Tipos
Local percurso pela cidade
Organização Tipos de Coimbra, Teatro Académico de Gil Vicente
Fotografia Sofia Martins
Fonte: https://tagv.pt/agenda/atlas-grafico-de-coimbra-capitulo-iii-percurso-da-ausencia-a-cidade-como-palimpsesto/