Conhecido pelo extremo cuidado que coloca na conceção de cada programa, o pianista polaco Piotr Anderszewski obriga-se a meditar longamente nos diferentes repertórios, tentando encontrar uma lógica interna nas obras que escolhe colocar em diálogo. Por outro lado, contou, em entrevista, que pratica até que os seus dedos encontrem uma beleza que, nas suas palavras, se assemelhe a “uma coreografia dançada no teclado”. São estes alguns dos pressupostos que estarão subjacentes a um recital que junta obras de Schubert e Brahms.
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