Clamor, uma das criações apoiadas do LEME deste ano, cruza a arte tradicional sineira – o toque manual dos sinos – com práticas artísticas contemporâneas, como a percussão, o movimento e a corda vertical.
O projeto coloca em diálogo técnicas sineiras e circenses com o objetivo de construir um dispositivo instalativo, reimaginando as propriedades históricas e culturais dos sinos enquanto testemunhos de uma memória coletiva, focando-se na narrativa do sino tocado por mulheres. Procura ser uma experiência imersiva que questiona e celebra a conexão entre passado e o presente, entre tradição e experimentação, convidando o público a refletir sobre o impacto e a potência do toque – sensorial, sonoro e simbólico.
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