A teoria do caos diz que o futuro pode ser previsto com precisão, mas este trio vem provar que a realidade é bem mais caótica.
Depois de provarem da folk que são feitos no Rádio Faneca, Gabriel, Paulo e Pedro regressam na Milha e sobem ao palco com um espetáculo de rock e folk cru e explosivo, feito só de originais nascidos da cabeça de Pedro, com algumas novidades nascidas nestes quatro meses. A sua escrita tem a angústia palavrosa de Linda Martini, mas também a naturalidade existencial de Bob Dylan. A sua guitarra, combinada com o baixo de Paulo e a bateria de Gabriel soam ao limbo particular dos Led Zeppelin e à primitividade dos Stooges. Mesmo num mundo de padrões, há sempre uma variável oculta — ou três — pronta para romper o que era esperado. O caos não é desordem. É a possibilidade da criação. Seja da música ou de uma amizade que ainda não existia e agora formou uma banda.
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