18:00
Uma tarde com Rebeca Csalog
5€ - 10€
Domingo é dia de descanso, mas também de descoberta. A Cossoul apresenta mais um ciclo de apresentações informais ao fim da tarde, onde se cruza o improviso, o experimental, o íntimo e o inesperado. A arte performativa em ambiente descontraído e intimista — sem cadeiras, com puffs, almofadas e janelas abertas entre o bar e a nossa sala de espectáculos, quebrando assim as barreiras do formalismo. A cada domingo, um convite diferente. “Uma tarde com...” — onde, semana após semana, um novo artista preenche esse espaço informal. Na segunda edição do ciclo, recebemos a harpista Rebeca Csalog (Lisboa, 1996), luso-húngara com um percurso já marcado por prémios e colaborações com algumas das principais orquestras portuguesas. Em 2025 concluiu uma pós-graduação em Milão e venceu a audição para reforço na National Symphony Orchestra, na Irlanda. Entre a música a solo, a música de câmara e projectos interdisciplinares, a sua versatilidade e sensibilidade fazem da harpa um instrumento de múltiplas vozes. Música em corpo inteiro, entre texturas, camadas e desvios. Um solo raro, para escutar devagar. Reserve o seu lugar através do link na nossa biografia. ----------- Sunday is a day of rest, but also of discovery. Cossoul presents a new cycle of informal late-afternoon performances, where improvisation, experimentation, intimacy, and the unexpected come together. Performative arts in a relaxed and cozy setting — no chairs, just beanbags, cushions, and open windows between the bar and our performance room, breaking down the barriers of formalism. Every Sunday, a different invitation. “Uma tarde com...” — where, week after week, a new artist fills this informal space. In the second edition of the cycle, we welcome harpist Rebeca Csalog (Lisbon, 1996), a Portuguese-Hungarian musician whose career is already marked by awards and collaborations with some of the leading Portuguese orchestras. In 2025, she completed a postgraduate degree in Milan and won the audition to join the National Symphony Orchestra in Ireland. Moving between solo works, chamber music, and interdisciplinary projects, her versatility and sensitivity give the harp a multiplicity of voices. Music in full body, weaving textures, layers, and detours. A rare solo, meant to be listened to slowly. Book your spot through the link in our bio.
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