Until a thousand roses bloom (with Warsaw in the background) envolve-se com o potencial do desejo, do erotismo, da sensualidade e do toque. Uma coreografia composta por gestos de carga erótica que podem evocar situações entre amigos, amantes, desconhecidos. Corpos que se reúnem em relações que nunca se fixam, sempre em devir, impregnadas de um sentido de futuridade queer. A obra inclui um tecido vermelho ondulante e suspenso, adereço de performances burlescas, que traz à superfície a sensualidade e reflete sobre a efemeridade dos gestos queer. A repetição da balada homónima de Urzula Sipinska, de 1971, satura o espaço com uma nostalgia não do passado, mas do que ainda permanece possível. O que se procura neste percurso é o próprio desejo e erotismo.
Este espetáculo é duracional, podendo o público circular, entrar e sair da sala.
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