a partir de
Os Lusíadas, de Luís de Camões
encenação, dramaturgia, cenografia e figurinos
Nuno Cardoso
Estamos numa estação de camionagem ou de comboios, ou talvez num aeroporto. Lugar de chegada ou de partida? Sabemos apenas que é um lugar de espera (e não é também isso o teatro?). As personagens que o habitam contam histórias entre si, enquanto a hora da partida, não se sabe para onde, não chega. Lugar de impasse ou de questionamento? De passagem ou de comunhão? De fricção ou de compromisso? Nuno Cardoso reúne um conjunto de convidados, onde se incluem criadores, atores, alunos e comunidades estrangeiras vizinhas dos nossos teatros, para com eles construir um texto que terá partes de Os Lusíadas como referentes e/ou contrapontos. Afinal, Babel é uma viagem, simbólica e inquisitiva, pela comunidade e pela língua portuguesas, onde se mapeiam as tangentes e as dissidências entre o texto matricial de Camões e as demandas da atualidade. Que lusíadas somos, hoje?
desenho de luz
Filipe Pinheiro
desenho de som e sonoplastia
Francisco Leal
vídeo
Fernando Costa
assistência de encenação
Sara Azevedo
interpretação
Carlos Rodrigues, Cristina Almeida, Edilson Wa Ka Chambe, Emílio Costa, Hermínia Teixeira, José Teixeira, Luísa Costa, Madalena Costa, Marlene Pacheco, Rodrigo Matos, Rosa Quiroga, Sérgio Nogueira, Tiago Ribeiro e Sérgio Sá Cunha Telma Cardoso
música
Adriano Silva (eufónio), Diogo Gomes (trompete), Lucas Domingos (trombone), Marta Figueira (clarinete), Rafael Fonseca (tuba) a definir (percussão)
produção Teatro Nacional São João
Conversa com a Constança | 11 jun
Língua Gestual Portuguesa + Audiodescrição | 14 jun