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Futurama - Constelação da Visualidade

Futurama - Constelação da Visualidade

01 de agosto de 2021

Constelação da Visualidade

Dia 1 de agosto . 18.30 horas

Entrada livre

Fernanda Fragateiro (artista visual)

com Maria da Luz Seixas (arquiteta)

Espaço Betão & Taipa / Parque Industrial, Serpa

Fernanda Fragateiro nasceu no Montijo em 1962. Entre 1978 e 1981 estudou na Escola de Artes Decorativas António Arroio. De 1981 a 1982 estudou na AR.CO – Centro de Arte e Comunicação, Lisboa, e de 1983 a 1987 fez o curso de escultura na Escola Superior de Belas Artes da mesma cidade.

Na década de 80 colaborou em diversos projetos editoriais na área da ilustração. Entre 1997 e 1999 lecionou ilustração na AR.CO, e entre 1999 e 2000 deu aulas na pós-graduação de Design Urbano no Centro Português de Design.

O seu trabalho assenta na interdisciplinaridade: escultura, instalação, cerâmica, arquitetura, design e ilustração cruzam-se em obras que dialogam com o espaço onde se inserem e onde o espetador é frequentemente interpelado a desenvolver uma ação performativa que completa a obra.

O seu trabalho altera e reconfigura o espaço através de objetos e intervenções urbanas e na paisagem, alterando o espaço e a sua percepção e significado. Variando na escala e nos suportes utilizados, o trabalho da artista mantém um estilo marcadamente definido, nascido de uma estética minimalista da forma, cor e textura.

A artista expôs no Museu Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso (2018), Centro Botín (Santander, 2018), Museu de Arte Miguel Urrutia (Bogotá, 2018), na Galleria Nazionale d’Arte Moderna Contemporanea de Roma (2017), Anozero – Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra (Coimbra, 2017), Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (Lisboa, 2017), Fundação Eugénio de Almeida (Évora, 2017, 2015), Palm Springs Art Museum (2016), Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, 2016, 2012, 2004; Paris, 2013; Londres, 2013), CaixaForum (Barcelona, 2016, 2004), Orlando Museum of Art (2015), Palais des Beaux-Arts de Paris (2015), Carpenter Center for the Visual Arts, Harvard University (Cambridge, 2015), Krannert Art Museum (Champaign, 2015), CIFO Art Space (Miami, 2014), Bronx Museum (Nova Iorque, 2014), Mitxelena Kulturunea (San Sebastian, 2014), MUAC Museo Universitario Arte Contemporáneo (Cidade do México, 2014), Dublin Contemporary (2011), Trienal de Arquitectura de Lisboa (2010) Institut Valencià d'Art Modern (Valencia, 2008); Centro Cultural de Belém (Lisboa, 2007); Centro Gallego de Arte Contemporáneo (Santiago de Compostela, 2006), Fundação de Serralves (Porto, 2005), Culturgest (Lisboa, 2003).

A sua obra está representada em várias colecções públicas e privadas, entre as quais: The Ella Fontanals Cisneros Collection, Miami; Fundación Neme, Bogotá; Fundação de Serralves, Porto; Fundação EDP, Lisbon, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisbon; António Cachola Collection, Elvas, Berardo Museum Collection, Lisbon; Caixa Geral de Depósitos Contemporary Art Collection, Lisbon; Centro Galego de Arte Contemporanea, Santiago de Compostela; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid; Marcelino Botín Foundation, Santander; La Caixa Foundation, Barcelona; Fundación Helga de Alvear, Cáceres

Maria da Luz Silva Dias Seixas nasceu em Vila Verde de Ficalho, Serpa em 1960.

Em Janeiro de 1996 conclui a licenciatura em Arquitectura na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa. Em 1998, funda a empresa Arquisol, Arquitetura e Planeamento, Lda., onde desenvolve diversos projectos de construção corrente e de reabilitação de construções em taipa.

Entre 1999 e 2002 integrou o corpo docente do Curso de Mestre de Construção Tradicional da Escola de Desenvolvimento Rural em Serpa.

Em 2004 funda a empresa Betão e Taipa, da qual é Diretora Técnica. Nesta data concretiza o seu primeiro projeto de raiz, em taipa. Desde então tem desenvolvido vários projetos e obras com o recurso às técnicas tradicionais de construção em terra crua.

Em 2008, criou a marca AECO, arquitectura, engenharia e construção que agrupa as empresas Arquisol, E2L e Betão e Taipa, que mantêm parcerias desde o início da atividade. No ano seguinte funda a BTPro, empresa que se dedica à produção de blocos de terra comprimida, (BTC’s), e materiais à base de terra e cal aérea.

Atualmente, tanto na empresa de projeto- Arquisol, Arquitetura e Planeamento, como na Betão e Taipa, de construção, desenvolve vários trabalhos de recuperação e construção nova, com recurso a técnicas ancestrais como a Taipa.

Fonte: https://www.cm-serpa.pt/pt/agenda/2715/futurama---constelacao-da-visualidade.aspx
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