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MUSCULUS de Beatriz Dias

MUSCULUS de Beatriz Dias

RASCUNHO – Ciclo Instável de Artes Performativas no Feminino

O Festival tem como ponto de partida o local do Jardim Público de Évora. Sigamos, pois, o rasto do desenho que é traçado pela performer Beatriz Dias em MUSCULUS. Regressemos ao passado, precisamente ao período musteriense (paleolítico) que viu surgir o Neandertal (Homo Sapiens neanderthalensis, pequeno e de grande capacidade cerebral, cujos fósseis foram descobertos em Neandertal, na Alemanha) para conhecer o Outro lado do género feminino: corpos atarracados, musculados, largos e selvagens da mesma génese do homem. Este corpo que ganha forma através do esboço da performer, emerge aos nossos olhos como um resgate da mulher ancestral trazida ao século XXI. Serão os nossos olhos capazes de contemplar um ser que entra em conflito com a imagem da mulher aceite pelas definições de género, dos dogmas absolutos da sociedade, da herança geracional e temporal? Nas palavras de Rui Horta (Director Artístico d’O Espaço do Tempo): ‘Em MUSCULUS Beatriz Dias leva-nos para um lugar ancestral habitado por uma misteriosa criatura, uma mulher animal, um ser erótico e poderoso, um grito do outro lado do tempo, um corpo saído da terra. Uma interpretação magistral num solo apoiado por uma excelente música e sonoplastia ao vivo de Miguel Lucas Mendes.

Fonte: https://www.cm-evora.pt/eventos/rascunho-ciclo-instavel-de-artes-performativas-no-feminino-musculus-de-beatriz-dias/
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