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À Boca de Cena

À Boca de Cena

À Boca de Cena é um ciclo de sessões de leitura de textos dramáticos partilhada com o público, com especial incidência em dramaturgia contemporânea, em registo informal e acolhedor, com a participação do próprio autor ou de artistas convidados das mais distintas áreas. Nesta edição de À Boca de Cena, a convidada é Lígia Soares, que lerá e falará connosco sobre a peça da sua autoria, “Civilização” (2016). O ciclo À Boca de Cena resulta de uma parceria entre o GrETUA e o Teatro Aveirense. 

Biografia | Lígia Soares
É uma coreógrafa e dramaturga portuguesa que tem vindo a questionar o espaço cénico como um espaço distanciado. Começou o seu trabalho profissional com a Companhia de Teatro Senssuround em 1997. Foi artista residente da Tanzfabrik- Berlin entre 2004 e 2006, foi bolseira da DanceWeb em 2018 (Viena). O seu trabalho tem sido apresentado nacional e internacionalmente, estando presente em vários programas de teatro e dança contemporânea. De 2001 a 2014 co-dirigiu com Andresa Soares a Máquina Agradável Associação Cultural através da qual produziu os seus trabalhos. Promoveu vários programas nacionais e internacionais de programação com outros artistas ou em projetos coletivos como o Demimonde: “Celebração”, Culturgest 2012, “Demimonde na Galeria da Boavista”, 2013, “Meio-Mundo Estrada Fora”, Lisboa/Porto/Madrid/Paris, 2014, “Face a Face- Programa Luso-Brasileiro de Artes Performativas”, 2015, Brasília, 2016, Rio de Janeiro. Na temporada 2015/2016 foi membro do laboratório de escrita para teatro do TNDM II em Lisboa para o qual escreveu a peça “Civilização”. Em 2015/16 concebeu e criou com o dramaturgo Miguel Castro Caldas “Sabotage” no São Luiz Teatro Municipal e “Se Eu Vivesse Tu Morrias” na Culturgest.
Na sequência de trabalhos como “Romance” (malavoadora, 2015), “Teatro Dentro de Nós” (TNDM II, 2017), “Turning Backs” (Rotterdamse Schouwburg, 2016), “Jogo de Lençóis” (Festival Materiais Diversos, 2019) prossegue uma pesquisa em como criar dispositivos cénicos inclusivos da presença do espectador como elemento constituinte da dramaturgia do espetáculo, incorporando ou substituindo o próprio papel de performer. Em “O Ato da Primavera”, p. ex., convida sete dramaturgos portugueses a escreverem peças para um dispositivo constituído por telepontos com vista a serem interpretadas pelo espectador. Em 2019 foi, juntamente com Sara Duarte, diretora artística de “Professar” uma peça com professores e sobre a escola, com estreia em 2019 no São Luiz Teatro Municipal. As suas peças “Romance” (2015), “Cinderela” (2018) e “Civilização” (2019) e “Memorial” (2020) estão editadas pela Douda Correria. “Cinderela” ganhou o prémio Eurodram 2018.
É mentora em diversos programas de criação de textos dramáticos e colabora regularmente como dramaturga em projetos de dança e teatro.
Em 2020 foi bolseira da DGLAB- Direção Geral do Livro, do Arquivo e das Bibliotecas na área de texto dramático.

Fonte: http://www.teatroaveirense.pt/evento_detalhe.asp?id=2490
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